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A Alemanha prepara ajuda humanitária para a Venezuela após o terremoto

Após um pedido de ajuda da Venezuela, estão em curso os preparativos para uma missão de assistência na Alemanha. Seis aeronaves de transporte estão à disposição.

26.06.2026
Aeronaves de transporte da Força Aérea estão à disposição para prestar ajuda às vítimas do terremoto na Venezuela.
Aeronaves de transporte da Força Aérea estão à disposição para prestar ajuda às vítimas do terremoto na Venezuela. © picture alliance/dpa | Kai Moorschlatt

Berlim (dpa) - O governo federal pretende prestar ajuda rapidamente à Venezuela após os fortes terremotos. “Para isso, estão disponíveis suprimentos de emergência, como filtros de água, camas de campanha, barracas ou geradores”, informaram o Ministério das Relações Exteriores e o Ministério da Defesa após uma reunião de coordenação da equipe de crise do governo federal.

Além disso, os diversos órgãos estão mantendo reuniões de coordenação com organizações civis de assistência e proteção civil. A Venezuela teria solicitado, à tarde, ajuda internacional por meio do Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia. Agora, estão sendo analisadas as possibilidades de apoio, em coordenação com as instâncias europeias.

O Ministério das Relações Exteriores está em contato, desde a noite, com as equipes alemãs de assistência em situações de catástrofe e com parceiros internacionais. Ainda nesta quinta-feira, equipes de avanço da Agência Federal de Assistência Técnica (THW) e de outras organizações devem partir para a região, juntamente com colegas da Suíça, a fim de avaliar a situação. 

Na 62ª Esquadra de Transporte Aéreo da Força Aérea, em Wunstorf, na Baixa Saxônia, estavam em andamento os preparativos para a operação de seis aeronaves de transporte do tipo A400M. Entre elas, segundo informações do Ministério da Defesa, está uma aeronave que pode ser utilizada como “MedEvac”, ou seja, para o transporte médico de pacientes. O A400M pode transportar até 16 toneladas de material e pessoal. Os voos para a região em crise, situada a 8200 km de distância, levariam cerca de 13 horas de voo.