Polos fortes: DWIH Tóquio

Em todo o mundo, os centros alemães de ciência e inovação empenham-se pela internacionalização da ciência e da pesquisa.

DWIH Tokyo

Em Tóquio, considerada por muitos a síntese da moderna megacidade, o DWIH está localizado no bairro de Chiyoda. Anfitriã no quinto andar do Sanbancho Building é a Câmara Japão-Alemanha de Indústria e Comércio, que lidera o consórcio juntamente com a Conferência Alemã de Reitores. A diretora do DWIH precisa dar apenas alguns passos, atravessando poucas portas de vidro, para falar pessoalmente com seu principal interlocutor, o representante da sociedade alemã de comércio exterior Germany Trade and Invest (GTAI), que senta-se na sala vizinha. “O GTAI é um importante parceiro para o DWIH de Tóquio, a fim de fazer contato com empresas japonesas”, diz Dieth. “E naturalmente nos favorecemos em grande parte da experiência e das redes da DIHK no Japão.” Que o DWIH é mais do que mais um escritório de comércio exterior, mostram os 13 parceiros do consórcio – e eventos como um simpósio em outubro de 2014 sobre desenvolvimento pessoal e formação de personalidade em instituições de ensino superior internacionais. Competência econômica unida à competência científica: na Universidade de Tóquio, o DWIH encontrou um anfitrião e parceiro de eventos de alto nível. “Estamos muito satisfeitos por cooperar com uma das mais destacadas universidades da Ásia”, afirma Regine Dieth. Sem um forte parceiro, agentes estrangeiros têm dificuldade para se firmar em Tóquio. “Via de regra necessita-se no Japão sempre de alguém que te apresente”, disse ela.

Assim se firma o trabalho do DWIH, que já marca presença em Tóquio e dispõe de numerosos contatos. Um consolidado fórum do intercâmbio teuto-japonês é o German Innovation Award, coordenado pelo DWIH e que, todos os anos, premia cinco jovens cientistas japoneses por pesquisas aplicadas nas áreas de energia, meio ambiente, SAÚDE e segurança; o prêmio foi lançado em 2008 por empresas alemãs. “Empresas japonesas também procuram o DWIH, em busca de contatos com instituições alemãs de pesquisa”, conta Regine Dieth. Recentemente, uma montadora japonesa de automóveis concretizou uma cooperação com o Karlsruhe Institute of Technology e a RWTH Aachen.

www.dwih-tokyo.jp

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