O que associamos à Alemanha

Dois participantes do estudo “Aussenblick” falam sobre o que apreciam na Alemanha – e o que os irrita.

Osama Abdelmoghni do Egito
Osama Abdelmoghni do Egito privat

Osama Abdelmoghni, empresário de TI do Egito, vive atualmente em Paris:

"Comecei a interessar-me pela Alemanha mais intensamente quando quis aprender outra língua estrangeira, há cerca de dez anos. Eu escolhi o alemão porque sou muito interessado em Filosofia e História. Durante minhas estadias posteriores na Alemanha, aprendi muito sobre a cultura de lá, que está fortemente entrelaçada com a história do país e principalmente com as duas guerras mundiais.

A propósito, a Alemanha é também um país de economizadores. Isto explica porque às vezes se investe muito pouco, por exemplo, na infraestrutura digital. Mas não se trata necessariamente de gastar mais dinheiro – uma distribuição diferente já faria sentido. Na Alemanha, há um ditado que diz: ‘Se algo funciona, não o mude’. No entanto, em nossos tempos de rápida movimentação, é inevitável que as coisas mudem a curto prazo”.

Amel Saidane, fundador de várias empresas “start-ups” na Tunísia:

Amel Saidane
Amel Saidane privat

“Desde meu mestrado em engenharia elétrica em Hanôver, sinto a Alemanha como uma segunda pátria para mim. É um país de se admirar política e economicamente, com uma população que valoriza disciplina, confiabilidade, engajamento e rigor. A Alemanha também está se abrindo cada vez mais para outras culturas e nacionalidades, por exemplo, através de um estimulante ecossistema de ‘start-ups’ e inovação.

Politicamente, a Alemanha está ganhando cada vez mais peso em nível europeu e internacional. Ela está se conectando cada vez mais com a África, e espera-se que esta conexão leve a um crescimento com tratamento de igual para igual”.

 


O estudo Aussenblick – Internationale Perspektiven auf Deutschland in Zeiten von Corona (“Visão Externa – Perspectivas Internacionais da Alemanha em Tempos do Coronavírus”), publicado em 2021, foi produzido pela Sociedade Alemã de Cooperação Internacional (GIZ), o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD) e o Instituto Goethe. É baseado numa pesquisa on-line com mais de 600 pessoas de quase 40 países com profundo conhecimento da Alemanha, bem como em cerca de 50 entrevistas de aprofundamento.

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