Conferência de Segurança de Munique

Também o ministro do Exterior chinês virá a Munique

Münchner Sicherheitskonferenz
dpa

Neste fim de semana, a capital bávara será novamente o centro dos debates sobre política de segurança: na 56ª Conferência de Segurança de Munique, de 14 até 16 de fevereiro, estarão presentes cerca de 40 chefes de Estado e de governo, bem como aproximadamente 100 ministros. A Conferência é considerada como o mais importante encontro mundial de especialistas em política de segurança. No total, são esperados mais de 500 convidados e 1.300 jornalistas.

O tema do encontro deste ano é “Westlessness”: o neologismo pretende descrever “o amplo sentimento de desconforto e de inquietude em face da crescente insegurança sobre o futuro e a determinação do Ocidente”.

Wolfgang Ischinger, o diretor da Conferência de Segurança de Munique, manifestou já às vésperas da Conferência uma reivindicação concreta: em face das crises no Oriente Médio e Próximo, a UE necessita de um encarregado especial próprio para os focos internacionais de crise. “Da mesma forma como as nações dispõe de encarregados especiais,  eu creio que a União Europeia precisa também de uma personalidade respeitada, que possa mostrar ao mundo e à região: a Europa quer dialogar aqui e isso com uma única voz”, afirmou Ischinger à emissora Bayerischer Rundfunk, na véspera da abertura da Conferência.

Na abertura da Conferência, na sexta-feira, o presidente alemão Frank-Walter Steinmeier saudará um hóspede inesperado. Já nesta quinta-feira, um dia antes do início da Conferência, chegou inesperadamente à Alemanha o ministro chinês de Relações Exteriores, Wang Yi. Segundo informação do Ministério de Relações Exteriores em Pequim, Wang Yi participará da Conferência de Segurança até o sábado e, além de outros políticos alemães, manterá conversações também com o ministro alemão de Relações Externas, Heiko Maas.

Fonte: deutschland.de / dpa; tradução: deutschland.de