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Pesquisa para a saúde: quatro exemplos de projetos internacionais de destaque com participação alemã

As instituições de pesquisa alemãs cooperam com parceiros de todo o mundo.
As instituições de pesquisa alemãs cooperam com parceiros de todo o mundo. vectorfusionart - stock.adobe.com

 

A célula como chave

LifeTime é um gigantesco projeto europeu que envolve mais de 120 cientistas de 53 instituições de pesquisa em 18 países. O objetivo: compreender melhor cada célula corporal – e permitir que se tire conclusões sobre mecanismos de doença dos conjuntos celulares e órgãos. Os pesquisadores estão particularmente interessados na atividade do genoma durante o processo de envelhecimento e no surgimento de doenças. O Centro de Medicina Molecular Max Delbrück (MDC) em Berlim e o Instituto Curie em Paris coordenam a iniciativa.

Por um medicamento contra COVID-19

Os pesquisadores da Necessity, um projeto do Centro Helmholtz de Berlim (HZB), da Universidade Médica de Innsbruck na Áustria e da Universidade Palacký, de Olomouc na República Tcheca, estão trabalhando na análise de mais de 8.000 compostos químicos com relação ao seu possível efeito contra a COVID-19. Ele utiliza um método de alto rendimento que permite analisar simultaneamente um grande número de compostos promissores. O objetivo é fornecer indicações para o desenvolvimento de um medicamento contra a COVID-19.

A tuberculose na mira

30 parceiros de 13 países: no consórcio internacional Academia e indústria unidas para inovação e tratamento da tuberculose, sigla UNITE4TB, os pesquisadores estão trabalhando em terapias de baixo custo contra a tuberculose e no aperfeiçoamento dos medicamentos existentes. Os participantes da Alemanha são o Hospital Universitário LMU de Munique e o Centro Alemão de Pesquisa de Infecções (DZIF).

Entendedores das imagens

A análise de imagens microscópicas de tecidos – seja de pessoas doentes ou saudáveis – pode ser difícil e demorada. O projeto «Essential Open Source Software for Science», que envolve pesquisadores da Universidade Técnica de Dresden, bem como cientistas da França e da Grã-Bretanha, visa melhorar a situação e desenvolver métodos que sejam acessíveis a usuários sem conhecimentos de programação.

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