“Progresso para um mundo justo”

A presidência alemã do G7 é marcada pela guerra na Ucrânia. Um apanhado da reação dos países do G7 e dos objetivos do governo alemão.

O chanceler alemão Scholz e os chefes de Estado e de governo do G7
O chanceler alemão Scholz e os chefes de Estado e de governo do G7 picture alliance/dpa/dpa-pool

No início de 2022, a Alemanha assumiu a presidência do G7 por um ano e estabeleceu um objetivo claro em seu programa: “Progresso para um mundo justo”. Menos de dois meses depois, em 24 de fevereiro, começou a guerra de agressão russa contra a Ucrânia, que desde então também moldou a presidência alemã do G7. Ao mesmo tempo, o chanceler Olaf Scholz advertiu que a guerra não deveria nos levar a “negligenciar nossa responsabilidade por desafios globais como a crise climática ou a pandemia – pelo contrário: muitos dos objetivos que nos propusemos no início do ano estão se tornando ainda mais urgentes, tendo em vista a mudança da situação mundial”.

Quais são os países do G7?

Além da Alemanha, o “Grupo dos Sete” inclui também a França, a Itália, a Grã-Bretanha, o Japão, o Canadá e os Estados Unidos. No entanto, as sete principais nações industriais e democracias não formam uma organização oficial, mas representam um fórum informal. A União Europeia também pertence a esse fórum. Devido a essa forma de organização, a respectiva presidência do G7 tem um papel especial. É este ano o papel do governo alemão. O governo alemão também está organizando a conferência de cúpula dos chefes de Estado e de governo do G7, que acontecerá de 26 a 28 de junho de 2022 no Castelo Elmau, na Baviera.

Como os países do G7 estão reagindo à guerra contra a Ucrânia?

Os sete países estão unidos na sua solidariedade para com a Ucrânia e condenam a guerra de agressão encetada pelo presidente russo Vladimir Putin. Assim, no 77º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial, em 8 de maio, os chefes de Estado e de governo declararam: “Reiteramos nossa condenação da agressão militar não provocada, injustificável e ilegal da Rússia contra a Ucrânia e dos ataques indiscriminados contra civis e infraestruturas civis que levaram a uma terrível catástrofe humanitária no coração da Europa”. Os países do G7 reagiram imediatamente após a invasão das tropas russas com um pacote de sanções sem precedentes contra a Rússia e também garantiram ajuda financeira de bilhões de dólares à Ucrânia. Eles também estão fornecendo apoio militar às forças armadas ucranianas, sendo que também a Alemanha está fornecendo armas.

Quais são as prioridades da Alemanha na presidência do G7?

O governo alemão estabeleceu cinco grandes objetivos: alianças fortes para um planeta sustentável, traçar o rumo para a estabilidade econômica e a transformação, amplo provimento para uma vida saudável, investimento sustentável para um futuro melhor, e um engajamento conjunto para uma forte união. Em termos concretos, isso significa, entre outras coisas, que a Alemanha quer iniciar a criação de um “clube climático” aberto e cooperativo. Além disso, o governo alemão quer promover a cooperação internacional para o desenvolvimento sustentável, no espírito da Agenda 2030 das Nações Unidas. A Alemanha também decidiu trabalhar pela igualdade de gênero no mundo inteiro, no âmbito do G7.

O governo alemão também está buscando contato direto com a sociedade civil, e fóruns como Business7, Women7 e Youth7 foram criados como parte da presidência alemã do G7.

Informações atuais sobre a presidência alemã do G7

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