Os 5 maiores enganos sobre a UE

De monstro burocrático até a proibição de pepinos tortos: cinco preconceitos sobre a União Europeia – uma verificação dos fatos.

A UE: juntos pelo bem estar e a paz
A UE: juntos pelo bem estar e a paz European Union 2018

A UE é antidemocrática?

Não. O Parlamento Europeu é eleito diretamente pelos cidadãos e cidadãs. Com a participação nas eleições europeias, todos podem participar das decisões políticas da UE. E do Conselho da União Europeia, o “Conselho dos Ministros”, fazem parte os representantes dos governos eleitos livremente nos países membros da UE.

A UE tira o poder dos Estados nacionais?

Não. A UE é uma união voluntária de Estados soberanos, com o objetivo de garantir a paz e o bem estar para todos. Em conjunto, os países membros podem representar muito melhor os seus interesses comerciais e de segurança num mundo globalizado. Em muitos regulamentos, não se trata de centralização, mas sim de igualdade de direitos dentro da UE: por exemplo, no comércio, defesa do consumidor, prestação de serviços e nas finanças. Ao mesmo tempo, a diversidade de seus países membros aviva a UE.

A UE esbanja o dinheiro dos contribuintes?

Não. A UE gasta menos de sete por cento do seu orçamento anual com a administração e o pessoal. Estatisticamente, a UE custa 187 euros por ano a cada cidadão. Verbas de Bruxelas fluem até mesmo de volta, pois a UE fomenta objetivamente as regiões economicamente fracas. Isso beneficia as pessoas nos países membros.

A UE possui um aparato desmedido de funcionários públicos?

Não. Cerca de 60.000 funcionários públicos e contratados trabalham nas instituições da UE para cerca de 500 milhões de cidadãos e cidadãs nos 28 países membros. Considerando essa relação, a UE possui menos funcionários que uma metrópole alemã. A UE destina apenas cerca de seis por cento do seu orçamento aos gastos com pessoal.

A UE proíbe pepinos tortos?

Não. A portaria sobre os pepinos tortos, motivo de frequentes zombarias, é tida como exemplo da suposta obsessão regulamentadora da UE. Contudo, ela foi aprovada por reivindicação do comércio e dos ministros da Agricultura dos países membros, porque os pepinos retos podem ser embalados mais facilmente em caixas padronizadas. A propósito: a Comissão da UE já cancelou há dez anos as normas sobre pepinos e outros tipos de frutas e legumes.

 

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