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A crise do coronavírus atinge duramente muitas pequenas empresas. Leia aqui, como iniciativas populares estão ajudando as economias locais.

Crise do coronavírus: nenhum cliente em Berlim, apesar do dia ensolarado.
Crise do coronavírus: nenhum cliente em Berlim, apesar do dia ensolarado. picture alliance/dpa

Em muitas cidades alemãs surgem iniciativas com o objetivo de apoiar a economia local. O restaurante italiano da esquina, o bar predileto e muitas empresas e comerciantes na vizinhança, que sofre de maneira especial sob a crise do coronavírus. Apresentamos aqui alguns exemplos.

Stoyl – Ajude aqueles que você ama

Em época de paralisação, os vales são a nova moeda. Para hambúrgueres, que serão consumidos depois da crise, para tratamentos cosméticos ou para a próxima partida de handebol do Hannover Recken. Em apenas três dias, o fundador de uma agência de marketing de comunicação, Chris Tolksdorf, criou a plataforma Stoyl. Gastrônomos, comerciantes, associações ou instituições públicas de Hanôver e de Hildesheim oferecem nela os seus produtos e serviços.

Também em outras regiões da Alemanha há ações semelhantes. Mainz Liebe, Gutscheine statt Klopapier ou Veedelsretter em Colônia utilizam o princípio do vale, a fim de apoiar lojas, bares, gastronomia ou atividades culturais.

www.instagram.com/starkeinnenstadtmuenster/
www.instagram.com/starkeinnenstadtmuenster/

Münster bringt’s!

A ideia já existe há muito tempo; na crise, a sua realização foi bem rápida: uma associação entre comerciantes pôs em prática o projeto Münster bringt’s!. Quase 600 empresas entregam seus produtos em casa – sem que o entregador e os clientes entrem em contato direto. Sua iniciativa é, ao mesmo tempo, um apelo à população, para que renunciem às encomendas pela internet. “Cada clique na internet é faturamento perdido pela cidade”, ressalta Linus Weistropp, gerente da iniciativa Starke Innenstadt Münster (Forte Centro de Münster). Ele espera que haja a formação de uma nova consciência, que perdure depois da crise. “Todos os produtos que os clientes encontram on-line, nós temos também aqui na nossa cidade”.

Mybudapester.com

Depósitos cheios, nenhum faturamento. Na avenida berlinense Ku’damm, normalmente muito movimentada, os comerciantes estão chocados. Também Matthias Nebus e seu sócio tiveram de fechar suas lojas em Berlim e em Hamburgo, o fornecimento das suas mercadorias continua, contudo, sendo feito através das vendas on-line. Com um programa de ajuda, eles apoiam outros comerciantes através de uma loja on-line, que vende bolsas de alta qualidade, sapatos e acessórios. Eles fotografam os produtos, para exibi-los no seu website mybudapester.com e cuidam das vendas. Uma comissão de venda só é cobrada quando o produto é de fato vendido.

 

Bares de todo o mundo estão atualmente como este aqui em Munique: vazios.
Bares de todo o mundo estão atualmente como este aqui em Munique: vazios. picture alliance / SvenSimon

Apoie as bebidas muniquenses

O setor de bebidas de Munique é jovem, criativo e, no momento, ameaçado em sua existência. Algumas das pequenas marcas independentes juntaram-se para enfrentar a crise. “90 por cento dos nossos clientes são da área gastronômica”, diz Timo Thurner, cofundador de Aqua Monaco. “Por isso, necessitamos de novos canais de distribuição”. Através de uma nova loja on-line, www.muenchner-drinks.de, qualquer um pode fazer suas encomendas a preços de supermercado. Uma firma de entregas também participa ação e leva gratuitamente até a casa dos clientes refrigerantes inovadores, gin de fabricação local ou “Schorle” (mistura de água mineral com vinho ou suco de fruta).

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