Solidariedade criativa na internet

É grande a participação na luta contra a invasão de Putin na Ucrânia. Vocês ficam sabendo aqui o que está acontecendo na mídia social.

Maya Leinenbach tem 1,6 milhão de seguidores no Instagram.
Maya Leinenbach tem 1,6 milhão de seguidores no Instagram. Joerg Schieferecke Studio

Pouco depois do começo da guerra, Maya Leinenbach postou um vídeo reels, no qual ela cozinha “varenyky”. Como muitos outros criadores de conteúdos digitais, essa blogueira alemã de comida vegana, de 17 anos de idade, demonstra a sua participação fazendo uso do seu ramo especial, pois quer ajudar onde e como pode: “Varenyky são pasteis que existem em todas as culturas, com pequenas diferenças, ou seja, eles não conhecem fronteiras. Por isso, eu os escolhi para mostrar que nós todos somos seres humanos, não importa onde vivemos”, diz a aluna.

Aproveitar o largo alcance

Desde o ataque de guerra de Putin à Ucrânia, muitas pessoas na Alemanha estão expressando a sua solidariedade, partilhando informações ou participando de pedidos de doação. Assim como Maya, outros também fazem uso do próprio talento para ajudar. A ilustradora Carlotta Klee postou no começo de março um dicionário em imagens ucraniano-alemão na sua conta, ensinando os mais importantes termos do dia-a-dia. Graças a muitos voluntários, esses termos já podem ser baixados gratuitamente em doze línguas.

Muitas ideias

O esporte também pode ajudar. No hashtag #hiketohelp, o grupo de caminhadas Niebelungensteig pede ajuda através de doações. O blogueiro Marco Calise, fã de atividades ao ar livre, quer trilhar a maior distância possível desse longo caminho de 130 quilômetros na região de Odenwald, para coletar donativos em todo o quilômetro percorrido. “Faço isso sobretudo para que as pessoas tomem consciência da situação na Ucrânia”, diz ele.

Marco Calise rief seine Follower zum #hiketohelp auf.

Marco Calise pede ajuda a seus seguidores em #hiketohelp.
© Marco Calise

 

Ajuda necessária

A mídia social também une os voluntários com os refugiados. Desta maneira, os refugiados, que são deficientes auditivos, podem se dirigir, já desde o começo de março, à conta DeafRefugees.de , para obter informações em vídeos em linguagem gestual na língua nativa, que é difundida através de códigos QR. As inúmeras perguntas são respondidas por 35 voluntários. E isto com muito sucesso, pois em pouco tempo já havia mais de 3 000 seguidores.

Ao lado disso tudo, ainda há muitas ofertas da mídia social. O magazine KATAPULT oferece informações básicas, acolhe refugiados nos seus prédios e dá apoio aos jornalistas da Ucrânia. Funk, uma rede social das emissoras de direito público ARD e ZDF, instalou a conta How to Deutschland para os refugiados. O ticker “Solidarität mit der Ukraine” (Solidariedade com a Ucrânia) de deutschland.de, divulga dia e noite as atuais notícias sobre a Ucrânia.

© www.deutschland.de

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